24 de junho de 2018

Flip pop: O festival de literatura pop

Olá cariños!
Hoje vamos falar um pouquinho sobre a FLIP POP, o Festival da literatura pop criado pela Editora Seguinte, selo jovem do Grupo Companhia das Letras. O evento este ano terá sua segunda edição e contará com diversos convidados nacionais e internacionais, além do apoio de outras editoras. Visando aproximar ainda mais leitores e autores, o festival trará diversas atividades e presenteará os participantes com brindes. Como infelizmente não poderei estar presente, deixo aqui algumas informações pertinentes que podem ser úteis aos que desejam comparecer. 

8 de junho de 2018

[Seriando] 13 Reasons Why

Olá amores!
Em tempos de segunda temporada, cá estou eu para falar sobre o começo de tudo. Já faz mais de um ano que 13 Reasons Why, chegou as telinhas do mundo todo. Claro que a adaptação da obra homônima de Jay Asher não passaria batido, não importa como viesse a ser produzida, afinal a trama é permeada de assuntos polêmicos. Soma-se a isto as questões envolvendo o próprio autor (acusado de assédio) e a apresentação explícita da série, e está feito o balaio de debates e discussões. Há quem seja contra dar mais ênfase do que a história já está tento e inclusive defenda um possível boicote, e há quem advogue em prol de tais abordagens. O que eu sei é que em meio aos extremismos dos que defendem e daqueles que atacam, existe também um grupo que consegue enxergar um meio termo entre o amor e o ódio que vem sendo destilado contra a produção. E mesmo sabendo que o assunto já está batido e até mesmo super saturado, decidi dar minha opinião a respeito. Confesso que já estou um pouco cansada de toda essa campanha de assista e não assista que ando vendo por ai, sendo assim quero começar dizendo algo simples como: A série é pesada, explícita, é cheia de gatilhos, aborda de forma crua assuntos como ESTUPRO, ABUSO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS, AGRESSÃO, SUICÍDIO e coisas do tipo, então eu particularmente NÃO RECOMENDO que seja assistida por pessoas que passam ou passaram por problemas do tipo ou menores desacompanhados. Se você não se enquadra em nenhuma das categorias anteriores e deseja assistir, aqui vai mais um aviso, você provavelmente se sentirá incomodado com algumas cenas, no mínimo. E diante dessas informações, sinta-se a vontade para decidir por si só se quer ou não conhecer a série.

4 de junho de 2018

[Resenha] O idiota - Fiódor Dostoiévski por André Diniz

Olá personas!
Li esse livro assim que ele chegou aqui em casa a várias semanas atrás, mas ainda não tinha tido coragem de sentar para falar a respeito dele aqui. Confesso que andei procrastinando pelo simples fato de não saber como escrever a resenha desse livro e pra ser sincera ainda não sei. Decidi pelo menos tentar colocar pra fora o que for possível, embora não saiba se o resultado final será satisfatório, tenho em mente de que mais uma vez darei o meu melhor. O idiota é uma das obras de maior destaque de Fiódor Dostoiévski, considerado um dos grandes escritores da história da literatura mundial e responsável pela publicação de grandes sucessos como Crime e Castigo e Os Irmãos Karamazov. Pelas mãos de André Diniz esse clássico renomado ganha uma versão ousada, onde o artista reconta uma história complexa através de ilustrações expressivas que respaldam o texto conciso porém enfático. 

O idiota
Autor (a): André Diniz @AndréDiniz
Publicação: Quadrinhos na Cia *Cortesia
ISBN: 9788535930726 | Skoob
Gênero: HQ
Ano: 2018
Páginas: 416
Minha avaliação: 4/5★
Em preto e branco, e num registro quase sem palavras, André Diniz propõe uma recriação surpreendente de O idiota, obra máxima de Fiódor Dostoiévski. Publicado em 1869 e escrito em meio a crises epilépticas e perturbações nervosas e sob a pressão de severas dívidas de jogo, o romance é um dos mais célebres da literatura mundial. Sua oralidade intensa encontra na explosão e na fluidez, na ternura e na enorme capacidade expressiva do traço de Diniz, uma correspondência única. A história é conhecida: após anos internado num sanatório suíço para tratar sua epilepsia, o jovem Míchkin retorna à Rússia e se vê envolvido num triângulo amoroso cujos ares folhetinescos darão o tom desta adaptação. Entre a vilania de Rogójin, um devasso perdulário que dilapida a fortuna herdada de seu pai, e a beleza arrebatadora de Nastácia Filíppovna, acompanharemos Míchkin e sua pureza quixotesca até o desenlace desta bela e trágica graphic novel.
Já de antemão quero deixar registrado que não conheço a obra integral que baseia essa HQ, embora sempre tenha tido uma certa curiosidade pelos escritos do autor, que são sempre tão bem avaliados, ainda não havia tido chance de ter algo do tipo em mãos. Sendo assim quando a oportunidade de ler essa adaptação surgiu, decidi agarrá-la com as duas mãos, confesso que desde o primeiro instante tive receio de não conseguir absorver tudo o que a obra poderia proporcionar, mas de que valem as oportunidades se nós não a aproveitarmos não é mesmo? No final das contas não poderia ter ficado mais satisfeita com a experiência que tive durante essa leitura. A narrativa de Dostoiévski ilustrada pela arte de Diniz formam um combo magnífico que merece ser lido e apreciado.

2 de junho de 2018

Séries literárias: Mosaico de Sue Hecker

Hey peoples!
Já faz um bom tempo que venho namorando a série Mosaico da brasileiríssima Sue Hercker, sempre fui apaixonada por suas capas e curiosa por suas histórias, infelizmente a oportunidade de lê-la ainda não havia surgido. Mas como tudo na vida tem um momento certo para acontecer, eis que recebi o quinto livro dessa série em parceria com a editora Harlequin Books, e obviamente vi a chance que tanto esperava surgir diante dos meus olhos. Porém, não tenho o costume de ler livros de séries/trilogias fora de ordem, mesmo aquelas cujas obras possuem histórias independentes, por isso decidi que faria a leitura de todos os livros que vieram antes de Pertinácia para só então lê-lo, contudo tive uma certa dificuldade em encontrar a sequência a ser seguida e após entrar em contato com a autora - um amor de pessoa, diga-se de passagem -, consegui entender melhor a cronologia dos livros. Por essas e por outras estou aqui hoje criando este post na esperança de facilitar a vida daqueles que estão lendo ou pretendem ler estes livros. Dito isso, segue abaixo um guia singelo. Espero ter ajudado!

22 de maio de 2018

[Resenha] A caçadora de dragões - Kristen Ciccarelli

Hey peoples!
Hoje eu vou falar sobre o meu mais novo xodózinho. Já faz um tempinho que venho me aventurando pelo gênero fantástico e como tenho repetido várias vezes por aqui, as experiências tem sido as melhores, então quando soube do lançamento deste livro não pude conter a curiosidade, embora não tenha alimentado nenhuma grande expectativa, me lancei com verdadeiro interesse nesta leitura e o resultado não poderia ter sido mais satisfatório. A caçadora de dragões é o primeiro livro da trilogia Iskari, de Kristen Ciccarelli. São três livros independentes, cada um contado da perspectiva de um personagem diferente, que podem ser lidos fora da ordem de publicação, mas que juntos culminam num desfecho épico. Apesar da não obrigatoriedade, recomendo que acompanhem a sequência correta, uma vez que as histórias seguem uma cronologia, - importante ao meu ver - e todos os personagens principais aparecem em todos os três livros.

A caçadora de dragões (Iskari: the last Namsara)
Coleção: Iskari #01
Autor (a): Kristen Ciccarelli @KristenCiccarelli
Publicação: Seguinte *Cortesia
ISBN: 9788555340529 | Skoob
Gênero: Fantasia
Ano: 2018
Páginas: 398
Minha avaliação: 5/5★
Quando era criança, Asha, a filha do rei de Firgaard, era atormentada por sucessivos pesadelos. Para ajudá-la, a única solução que sua mãe encontrou foi lhe contar histórias antigas, que muitos temiam ser capazes de atrair dragões, os maiores inimigos do reino. Envolvida pelos contos, a pequena Asha acabou despertando Kozu, o mais feroz de todos os dragões, que queimou a cidade e matou milhares de pessoas — um peso que a garota ainda carrega nas costas. Agora, aos dezessete anos, ela se tornou uma caçadora de dragões temida por todos. Quando recebe de seu pai a missão de matar Kozu, Asha vê uma oportunidade de se redimir frente a seu povo. Mas a garota não vai conseguir concluir a tarefa sem antes descobrir a verdade sobre si mesma — e perceber que mesmo as pessoas destinadas à maldade podem mudar o próprio destino.
Eu ainda não havia lido nenhuma história com dragões, isso porque eu os amo. Sem brincadeira. Amo tanto que mesmo depois de já ter assistido Coração de dragão milhares de vezes, eu sigo chorando copiosamente com aquele desfecho infame, não aceito e nunca aceitarei como tudo acaba. E por amar tanto, obviamente não me sentia preparada para ler nada que oferecesse qualquer risco a saúde desses meus queridos, que ironia não é mesmo? Resolvi começar logo por uma história que tem como título A caçadora de dragões. Pra vocês verem o quando esse livro me interessou logo a primeira vista. Enfim, o fato é que me rendi, e embora tenha tido minhas dores durante a leitura, também soube aproveitar as alegrias que a trama me proporcionou.

12 de maio de 2018

[Resenha] Uma Irmã - Bastien Vivès

Oi cariños!
Já faz um tempinho que ando batendo cabeça com minhas leituras e por isso andei ausente daqui. Sabe aquela fase negra onde nada flui? Pois então, andei passando por algo tipo. Vários livros iniciados e quase nenhum finalizado e quando o milagre de concluir uma leitura acontece, eis que o ânimo para falar a respeito é quase inexistente. Pensem numa barra pesada! Maaaas, felizmente como tudo na vida, as fases ruins possuem começo, meio e fim, e a minha terminou graças a este livro, nunca escondi de ninguém minha paixão por HQ's e Grafic novel's, e esta em especial trás o sabor da adolescência, e me fez recordar das inesquecíveis sensações que as primeiras descobertas do mundo adulto é capaz de nos proporcionar, e é por isto que estou aqui hoje, tomada pela empolgação de quem se lembra e quer compartilhar uma história singela e comovente. Uma irmã é a mais recente grafic novel de Bastien Vivés, um jovem quadrinista francês que vem ganhando destaque na Europa.

Uma irmã (Une soeur)
Autor (a): Bastien Vivès @bastienvives
Publicação: Nemo *Cortesia
ISBN: 9788582864401 | Skoob
Gênero: HQ
Ano: 2018
Páginas: 216
Minha avaliação: 4/5★
Ao ter suas férias pacatas transformadas por Hélène, o jovem Antoine passa a viver os dias mais intensos de sua vida, repletos de emoção e receios. De forma sutil, ainda que forte, ele vai descobrindo um universo feminino tão gracioso quanto perturbador. E o que poderia ser apenas mais uma história de verão, se transforma, pelas mãos de Vivés, em uma narrativa apaixonante. Um conto delicado e sensual sobre o despertar de um adolescente que provoca um turbilhão de sentimentos.
Eis uma leitura que me surpreendeu consideravelmente, não por sua história em si, mas pela forma simples, direta e porque não dizer crua, que o autor usou para abordar situações que além de comuns são de extrema importância ao nosso processo de evolução pessoal. A descoberta da sexualidade surge para o adolescente como uma espécie de tabu, algumas vezes vem acompanhada de um constrangimento pegajoso e inconveniente, que pode desencadear alguns bloqueios e dificultar o processo além do necessário. Claro que não existe uma regra a ser seguida, não me arrisco a generalizações e nem tenho nenhuma pesquisa como base, mas tendo em mente alguns exemplos pessoais, ouso dizer que o processo de auto descobrimento nem sempre é fácil. Enquanto me entregava a esta história consegui sem muito esforço resgatar memórias que, embora antigas, seguem vívidas em minha mente. O primeiro amor, as primeiras descobertas e as primeiras sensações, são lembranças que ganham vida enquanto esta trama singela se desenrola.

8 de maio de 2018

[Resenha] Alma - Audrey Carlan

Hey personas!
E lá vamos nós para o capitulo final da história que teve um inicio polêmico em Corpo. Já de antemão quero dizer que fiquei admirada com os rumos que a história tomou, como já não esperava muita coisa desses livros, confesso que acabei me surpreendendo em alguns momentos, o que tornou a leitura até agradável, por assim dizer. E sem sombra de dúvidas preciso dar ênfase ao fato de que a trama no final das contas apresentou evolução relevante ao ponto de amenizar a má impressão inicial que tive com as obras da autora. Alma é o terceiro livro da trilogia Trinity e trás o desfecho da história de Chase e Gillian, mas se acalmem este não é de fato fim de tudo, ainda existem dois spin-offs que trarão Maria e Kat como protagonistas e contarão suas histórias a partir dos acontecimentos deste livro. Dito isto, vamos seguir com a resenha.

Alma (Soul)
Coleção: Trinity #03
Autor (a): Audrey Carlan @AudreyCarlan
Publicação: Verus *Cortesia
ISBN: 9788576866220 | Skoob
Gênero: Erótico +18
Ano: 2017
Páginas: 224
Minha avaliação: 3/5★
No terceiro livro da série Trinity, essa história de suspense e erotismo continua, agora mostrando os acontecimentos pelos olhos de Chase, Gillian e do homem que quer possuir a alma dela, mas nunca poderá tê-la, porque ela já a entregou ao amor da sua vida. Gillian sabe que Chase está procurando por ela desesperadamente e que a polícia vai fazer o que for preciso para salvá-la. Mas será que eles vão conseguir vencer a corrida contra o tempo?
A essa altura do campeonato preciso admitir que não sei mais o que pensar da Audrey Carlan. Quando li A garota o calendário (os primeiros livros pelo menos), senti um desapontamento crescente, todas as expectativas que alimentei com relação a série foram esmagadas por uma história completamente fora do esperado, mas tudo bem, eu meio que já superei isso. Então Trinity surgiu, e embora já estivesse com os dois pés atrás, me propus a  dar uma segunda chance a autora e eis que o incio se desenrolou tal qual, se não pior, a primeira série. Fiquei arrasada com a possibilidade de mais uma decepção, mas a necessidade de insistir era tão grande que me apeguei as menores esperanças que foram surgindo, e foi dessa forma que cheguei até aqui. Hoje no entanto, não tenho mais toda aquela má impressão do principio, não digo que a Audrey tenha entrado para minha lista de autoras favoritas, de forma alguma, mas certamente minha fé de que ela ainda pode evoluir foi alimentada. Após este livro consigo acreditar no potencial da autora e digo mais, ela deveria abandonar de vez o gênero erótico e dedicar-se ao suspense/terror.

6 de maio de 2018

[Resenha] Como se vingar de um cretino - Suzanne Enoch

Oi pessoal!
Cá estou eu de volta para compartilhar com vocês mais uma história incrível. Esse é o primeiro livro da Harlequin com essa nova configuração que leio e não poderia ter ficado mais satisfeita. Sempre fui apaixonada pelos livros desta editora, que por sinal foram os primeiros que li. Iniciei minha vida literária com os romances de banca e ainda hoje mantenho minha coleção bem guardadinha, e é por esta minha história que me sinto privilegiada por fazer parte desta nova fase da editora e enquanto a Harlequin busca alçar novos vôos eu sigo aqui acompanhando e me deleitando com romances maravilhosos que trazem mais cor e amor a vida de quem se propõe a lê-los. Como se vingar de um cretino é o primeiro livro da trilogia Lessons in love (lições no amor em tradução livre) de Suzanne Enoch, sucesso de vendas no exterior e que vem conquistando seu espaço nos corações brasileiros, no meu pelo menos já tem lugar garantido. Querem saber mais? Então se liga aqui que eu vou contar o que achei dessa trama. 

Como se vingar de um cretino (The Rake)
Coleção: Lessons in Love #01
Autor (a): Suzanne Enoch @SuzieEnoch
Publicação: Harlequin *Cortesia
ISBN: 9788539825967 | Skoob
Gênero: Romance
Ano: 2018
Páginas: 288
Minha avaliação: 5/5★
Era uma vez um notório visconde Dare, que seduziu lady Georgiana Halley e tomou sua inocência para ganhar uma aposta, e agora ele vai ter que pagar. O plano é simples: ela vai usar cada artifício de conquista que conhece para ganhar o coração de Dare, e então quebrá-lo. Mas o olhar do visconde tenta Georgiana a se entregar ao prazer mais uma vez, e quando ele a surpreende com um pedido de casamento, ela se pergunta: esse é mais um de seus jogos, ou dessa vez é amor verdadeiro?
Nem me lembro qual foi o meu primeiro contato com um romance de época, e apesar disto não me permito esquecer o quanto tenho sido feliz lendo livros do gênero. Sendo assim, acho que fica claro o quanto eu sou suspeita para falar a respeito de tais obras, não é mesmo? Mas se acalmem, mesmo em meio a toda a minha paixão consigo admitir que como tudo na vida existem aqueles que seguem o fluxo e aqueles que se destacam em meio a multidão. E este meus caros, é sem sombra de dúvidas um livro que se destaca. Confesso que não esperava, nem mesmo tinha levado a sério a declaração da Julia Quinn - uma autora que admiro muitíssimo - presente na capa, mas ao finalizar a leitura eu não poderia estar mais satisfeita com tudo que se apresentou e o melhor, sedenta pelos próximos livros da série.