[Resenha] Mulheres na luta - Marta Breen e Jenny Jordahl

Olá personas!
Temos vivido tempo difíceis, onde lutas centenárias em prol de direitos e liberdade passaram a ser questionadas e criticadas indiscriminadamente. Acredito na evolução e no crescimento do indivíduo como pessoa, mas tenho notado um retrocesso gritante na forma de pensar de uma parcela crescente da população. Enquanto uns estão dando o sangue, literalmente, para que todos possamos ser respeitados, vejo outros banalizando movimentos importantes, repetindo que tudo não passa de "mimimi", berrando que racismo não existe e que feminicídio é exagero. Em parte isso pode ser associado ao mal caratismo de alguns que insistem em mascarar nossa realidade evidente, mas em parte, isso se deve a ignorância. Já dizia Edmund Burke, "Um povo que não conhece a sua história, está fadado a repeti-la". Em tempos de intolerância, arrogância e empatia escassa, eu quero que vocês conheçam Mulheres na luta, um livro importante que trás a luz fatos históricos que baseiam o feminismo, uma causa legítima e essencial para a autonomia feminina. 

Mulheres na luta (Kvinner i kamp)
Autor (a): Marta Breen e Jenny Jordahl @marta.breen
Publicação: Seguinte *Cortesia
ISBN: 9788555340802 | Skoob
Gênero: HQ
Ano: 2019
Páginas: 128
Minha avaliação: 5/5★
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Há 150 anos, a vida das mulheres era muito diferente: elas não podiam tomar decisões sobre seu corpo, votar ou ganhar o próprio dinheiro. Quando nasciam, os pais estavam no comando; depois, os maridos. O cenário só começou a mudar quando elas passaram a se organizar e a lutar por liberdade e igualdade. Neste livro, Marta Breen e Jenny Jordahl destacam batalhas históricas das mulheres — pelo direito à educação, pela participação na política, pelo uso de contraceptivos, por igualdade no mercado de trabalho, entre várias outras —, relacionando-as a diversos movimentos sociais. O resultado é um rico panorama da luta feminista, que mostra o avanço que já foi feito — e tudo o que ainda precisamos conquistar.
Essa é uma daquelas leituras que quando finalizada te torna maior e melhor. Um daqueles livros que pode facilmente ser indicado para o mundo, e que carrega uma riqueza inestimável, o conhecimento puro e simples. Juntas a jornalista e escritora Marta Breen e a ilustradora e cartunista Jenny Jordahl, fizeram um trabalho esplendido que enche os olhos e o coração. Mulheres na luta é uma obra prima, de beleza inquestionável, seja no que se refere a diagramação impecável ou em seu conteúdo rico e didático. Um compilado de acontecimentos históricos que representam conquistas valiosas do movimento feminista. Durante a narrativa é possível vislumbrar o surgimento do feminismo, entender qual seu conceito e suas principais lutas, e acompanhar sua evolução através de eventos importantes que marcaram grandes conquistas para o movimento. A autora nos apresenta mulheres empoderadas que enfrentaram um sem número de dificuldades enquanto buscavam incansavelmente por direitos básicos como o voto, decidir pelo próprio corpo, pela liberdade de amar, de aprender ou simplesmente de ser.

Projeto: Lendo Sidney Sheldon

Hello peoples!
Hoje quero apresentar a vocês um projeto pessoal que a tempos venho pensando em por em prática, não consiste em nada muito elaborado, mas é algo que eu realmente quero fazer. Se houver amanhã de Sidney Sheldon, foi o primeiro livro que me fez perder o fôlego, o tipo de experiência impossível de esquecer e que me acompanha a exatos onze anos. Apesar de ter feito muitas outras leituras antes desta, considero que este livro foi o começo de tudo, foi a partir desta história que não consegui mais parar de ler. Acredito que todo leitor tenha uma obra ou autor, a quem pode responsabilizar por despertar seu amor pela literatura. Para mim foram Se houver amanhã e o Sidney Sheldon. E como não poderia ser diferente, claro que busquei saber mais desse escritor, conheci outras obras de sua autoria, passei a admirá-lo ainda mais por seus feitos e versatilidade, e assim que possível iniciei minha coleção. Tive a oportunidade de ler quase todos os livros dele, o que me proporcionou experiências positivas em quase sua totalidade, mas mesmo sendo um dos meus autores favoritos, tenho sido relapsa e não costumo falar muito de suas obras aqui. Mas isto está prestes a mudar.

Primeiras impressões: Amor nas Highlands de Suzanne Enoch

Hello peoples!
E lá vamos nós para mais um mês. Como em todos os anos anteriores, neste criei algumas metas e apesar de estar me empenhando bastante, estou longe de cumpri-las. Ainda estou buscando uma rotina confortável para conseguir conciliar todas as minhas responsabilidades atuais, por isso venho tentando de tudo um pouco para ver o que se encaixa melhor, já me permiti desacelerar, relaxar, descansar e tudo mais nesse sentido, mas eu sou o tipo de pessoa que precisa de uma certa pressão pra funcionar como se deve, então abril será o mês de me cobrar, nada intenso, só decidi seguir a risca (dentro do possível) as listas e os cronogramas que venho criando a anos. Diante disso me permitam confidenciar que o post de hoje é o improviso de uma meta não cumprida. Mas isso, é só um ponto no meio do oceano, e no final das contas vai dar tudo certo. Torçam por mim.