2 de abril de 2019

Primeiras impressões: Amor nas Highlands de Suzanne Enoch

Hello peoples!
E lá vamos nós para mais um mês. Como em todos os anos anteriores, neste criei algumas metas e apesar de estar me empenhando bastante, estou longe de cumpri-las. Ainda estou buscando uma rotina confortável para conseguir conciliar todas as minhas responsabilidades atuais, por isso venho tentando de tudo um pouco para ver o que se encaixa melhor, já me permiti desacelerar, relaxar, descansar e tudo mais nesse sentido, mas eu sou o tipo de pessoa que precisa de uma certa pressão pra funcionar como se deve, então abril será o mês de me cobrar, nada intenso, só decidi seguir a risca (dentro do possível) as listas e os cronogramas que venho criando a anos. Diante disso me permitam confidenciar que o post de hoje é o improviso de uma meta não cumprida. Mas isso, é só um ponto no meio do oceano, e no final das contas vai dar tudo certo. Torçam por mim.


Meu primeiro contato com a escrita da Suzanne Enoch, foi em Como se vingar de um cretino, quem leu minha resenha sabe bem o quanto me apaixonei perdidamente por tudo desse livro, então, quando surgiu a oportunidade de ler novamente algo da autora, eu sequer pensei duas vezes. A meu ver, outro ponto que depõe a favor dessa história, é o fato de ser uma trama medieval que se passa nas Highlands, meu cenário favorito em todo o universo literário. Essa é uma daquelas obras que tinha tudo pra me conquistar e prender por completo, porém, não foi bem isso que aconteceu. Já estou na página 115 e passei por alguns altos e baixos até aqui.

Entendam do que se trata a história:
Graeme, Visconde de Maxton e líder de um clã nas Highlands, possui mais inimigos do que amigos, incluindo seu vizinho, o temido Duque de Lattimer. Apesar disso, Graeme só pensa no bem-estar de seu povo e não procura confusão com os outros clãs. Mas quando seus estúpidos irmãos mais jovens sequestram Lady Marjorie, a irmã do duque, todos os planos de Graeme vão por água abaixo… Marjorie Forrester é, por consequência, uma inimiga de seu clã, e capturá-la deixa Graeme no meio de um impasse: se entregá-la ao chefe do clã Maxwell, a jovem pode ser morta; se a deixar ir embora, seus irmãos poderão ser condenados. E se entregá-la ao Duque de Lattimer, Graeme é quem acabará morto. O que o highlander deve fazer, além de manter a garota por perto até pensar no próximo passo? E como conter a atração inesperada que está surgindo entre eles?
Graeme é um lorde escocês com recursos escassos, isso o deixa a mercê do chefe do clã Maxwell, do qual faz parte, e graças a imprudência de seus irmãos mais jovens, o visconde de Maxton pode acrescentar mais um problema a sua lista infindável. Agora, Graeme está de posse da irmã sequestrada do duque de Lattimer, um inglês poderoso cujo clã faz fronteira com suas terras. 

Ao que parece todas as suas opções podem acarretar consequências desastrosas para ele e seus dependentes, então ele opta por manter Marjorie em cativeiro, até que uma solução plausível surja. Mas não demora muito para que o visconde perceba que a sassenach, está longe de corresponder a imagem fútil que ele criou e embora esta seja uma complicação ainda maior, ele a quer em sua vida definitivamente.

Eu estou totalmente envolvida por essa história, mas não foi assim desde o princípio. O começo descritivo em demasia deu a leitura um ritmo mais lento que me desanimou um pouco. Eu costumo ser mais feliz com enredos ágeis e dinâmicos, gosto de diálogos interessantes, afiados e divertidos, e nunca tive dificuldade em encontrar esses elementos em livros do gênero. No entanto, Suzanne optou por um inicio moroso, juro que ainda não entendi o porque. Mas pra que se prender a isso, quando posso enfatizar a evolução maravilhosa que o enredo vem sofrendo?

Depois de uns poucos capítulos pude finalmente me esbaldar em tudo que mais gosto. Já nutro um carinho enorme pelos personagens e torço para que eles consigam resolver seus problemas da melhor forma possível. Como ainda estou chegando na metade do livro, prevejo que muita coisa ainda está por vir. Laços estão sendo construídos, decisões tomadas, vidas ganhando um novo sentido. E mais uma vez eu estou rendida por um romance ambientado na Escócia medieval. Nada novo sob o sol.

No mais, estarei me empenhando para finalizar a história o mais breve possível, pois além de estar curiosa pelos próximos acontecimentos, mal posso esperar para contar tudo a vocês.

7 comentários

  1. Oi linda, meu primeiro contato com a autora foi com mesmo livro que você leu e eu curti a história. Acredita que nunca li nada dentro desta época que este livro aqui passa? Acho que preciso corrigir isso e quem sabe não será por este universo aqui.
    beijos

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  2. Oii, tudo bem?
    Eu gosto muito da forma que a autora escreve, li esse livro e por enquanto foi o meu preferido!!! Aposto que irá gostar muito da forma que a trama se desenrola.
    Um beijo.

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  3. Oie, tudo bem? Essa autora vem fazendo bastante sucesso mesmo, eu acho as capas das obras dela muito sensacionais! As histórias me parecem super envolventes também, espero pra conferir a resenha completa e to torcendo pra leitura ser tudo de bom.

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  4. Oi, espero que o desenrolar da história continue lhe agradando, apesar do início não tão empolgante. Eu também amei Como se vingar de um cretino e estou super animada para ler mais livros da autora.

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  5. A autora tem costume de ser um pouco descritiva em algumas partes dos livros dela, assim como acontece no inicio dessa, mesmo assim, os livros são ótimos. Fico feliz que tenha começado a aproveitar a leitura, espero que o final seja prazeiroso
    bjo

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  6. Te tendo totalmente, porque eu também prefiro livros mais rápidos, mas em alguns acaba sendo importante essa demora, será que não foi o caso desse livro, eu tenho ele aqui mas ainda não comecei a leitura, mas foi bem legal sua resenha e ver o quanto vc gostou da leitura.

    www.coisasdemineira.com

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  7. Olá, tudo bem?

    A minha amiga Grazi adora essa série e os livros da autora. Isso de autores(as) serem descritivos não me incomoda desde que a trama seja bem escrita e conectada. Fico contente que está curtindo a leitura. Abraço!

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