20 de outubro de 2019

[Informativo] Adaptação de "A morte de Sarai"

Olá cariños!
Não é de hoje que ouvimos e lemos a respeito da adaptação de A morte de Sarai, primeiro livro da série Na companhia dos assassinos de J. A. Radmerski. E para a felicidade dos fãs, finalmente podemos dizer que depois de anos aguardando o projeto já está prontinho e será lançado em Dez/2019 no exterior, infelizmente ainda não há previsão para sua chegada ao Brasil. En Brazos de un Asesino (título oficial do longa), conta com William Levy (Cuidado com o anjo e Resident Evil: The Final Chapter) em seu elenco (roteiro e produção), ele dá vida ao assassino de aluguel Victor Faust e contracena ao lado de Alicia Sanz, que interpreta a protagonista Sarai. Embora ainda não tenha lido a obra de Radmerski, sempre tive interesse em conhecer melhor esta história, isso se intensificou recentemente após a divulgação do primeiro trailer oficial da adaptação, a sequência de imagens me deixou eufórica e despertou minha ansiedade por este lançamento. E é por isto que estamos aqui, na tentativa de aplacar este meu anseio, reuni algumas informações que talvez também despertem seu interesse.

18 de outubro de 2019

[Resenha] Sons da Fala - Octavia E. Butler

Olá pessoal!
Recentemente a Morro Branco Editora lançou em seu site oficial o Projeto Cápsula, que trata-se de uma plataforma de incentivo a novos leitores e escritores, onde serão publicados mensalmente textos curtos, de autores clássicos e estreantes, para leitura online (mobile e desktop). O projeto visa disseminar a leitura de forma acessível para o maior número de pessoas possível, e marcando seu lançamento, foi disponibilizado gratuitamente o conto Sons da Fala, da rainha da Ficção Científica Octavia E. Butler. O texto originalmente pulicado na Revista de Ficção Científica de Asimov em 1983, garantiu a Butler seu primeiro Prêmio Hugo de Melhor Conto. Uma oportunidade e tanto para aqueles que como eu estavam ansiosos para ler algo desta mulher. 

Sons da fala (Speech Sounds)
Autor (a): Octavia E. Butler
Publicação: Morro Branco
ISBN: 9788592795771 | Skoob
Gênero: Ficção Científica
Ano: 2019
Páginas: 33
Minha avaliação: 5/5★
Leia gratuitamente
"A doença, se é que era uma doença, tinha arrancado os vivos uns dos outros. Enquanto varria o país, as pessoas mal tiveram tempo de pôr a culpa nos soviéticos (embora eles estivessem silenciando junto ao resto do mundo), em um novo vírus, um novo poluente, radiação, justiça divina... A doença foi certeira no modo como derrubou as pessoas (...). A linguagem sempre era perdida ou severamente debilitada. Nunca era recuperada."
Valerie Rye é uma sobrevivente numa civilização colapsada. Após uma pandemia misteriosa, Rye perdeu seu marido e filhos, bem como sua capacidade de ler e escrever, e a liberdade de falar. Um fenômeno inexplicado que afeta irreversivelmente a aptidão de comunicar-se através da fala e/ou da escrita assolou a humanidade e aqueles que conseguiram conservar mesmo que um resquício destas habilidades, correm um risco ainda maior que os demais, isso porque ao menor sinal de sociabilidade, aqueles que a perdeu por completo são dominados por um sentimento incontrolável de ódio e inveja que os leva a um enfrentamento violento cujo resultado é quase sempre fatal. Sendo assim, para Valerie restou o silencio, mesmo quando ela ainda pode falar. Nesse cenário o isolamento deixa de ser uma opção e torna-se mais um dentre os inúmeros carrascos com o qual Rye precisa lidar.

14 de setembro de 2019

[Resenha] A fada mamãe e eu - Sophie Kinsella

Olá cariños!
Hoje vamos falar sobre uma história infantil mega fofa que li há algum tempo. Fada mamãe e eu, é o primeiro livro da mais nova série infantil - já conta com três títulos publicados no exterior -, escrita pela rainha do chick-lit, Sophie Kinsela. Acredito que a maioria dos leitores (se não todos), já leram ou pelo menos ouviram falar de alguma obra dessa mulher, e eu que não sou diferente, já vinha acompanhando algumas de suas publicações a distância. Devo dizer que, mesmo esta sendo minha primeira experiência com uma história dela, já faz um tempo considerável que seus livros habitam minha lista de desejados. Enfim, ter conhecido a escrita da Sophie através de uma série infantil não diminuiu em nada as expectativas que alimentei, ao contrário disso, conhecer personagens tão cativantes e divertidos, me fez querer investir o quanto antes em suas demais obras.

A fada mamãe e eu (Mummy Fairy and Me)
Coleção: A fada mamãe e eu #01
Autor (a): Sophie Kinsella @KinsellaSophie
Publicação: Galara Junior*Cortesia
ISBN: 9788501114303 | Skoob
Gênero: Fantasia
Ano: 2019
Páginas: 176
Minha avaliação: 4/5★
Amazon | Saraiva | Submarino
Ella tem um grande segredo: sua mãe é uma fada. Aliás, todas as mulheres de sua família têm poderes mágicos e asas lindas. Além de uma Smartvarinha capaz de produzir os mais interessantes feitiços, como criar a festa de aniversário perfeita, acelerar a fila do supermercado e fazer lindos e deliciosos cupcakes. Mas a mãe de Ella também tem certa... dificuldade para operar sua Smartvarinha, e nem sempre seus feitiços acabam saindo do jeitinho que se imaginou a princípio. Sorte a dela ter Ella sempre por perto para ajudar a resolver as coisas e fazer tudo voltar ao normal.
Eu sou completamente apaixonada pela versatilidade de abordagens que podemos encontrar na literatura. E por isso, não nego minha grande paixão por releituras, poder acompanhar uma mesma trama contada de inúmeras perspectivas diferentes é algo que aprecio sem pudor. Ainda não havia tido a oportunidade de ler algo que usasse desse artifício e fosse voltado para o público infantil, e este foi um, dentre os tantos pontos que me chamaram a atenção nessa história. Sophie Kinsella, usa e abusa de elementos que fazem alusão a nossa atualidade, e trás magia para a rotina familiar. A história de Ella não aconteceu a séculos atrás em um reino distante, ela está acontecendo agora, na era da internet, do smartphone, na cozinha de casa ou na fila do mercado. É perfeitamente adaptada além de adorável e espirituosa.

29 de julho de 2019

Papo de blogueira: Considerações de uma leitora resenhista

Olá amores!
Eu estava escrevendo uma resenha nesse exato momento e me deparei com uma questão que ganhou vida e pediu um texto próprio. Quero deixar claro que não estou aqui tentando ensinar "o vigário a rezar a missa" e nem nada do tipo, então tomem essa postagem como um momento de reflexão pessoal que decidi compartilhar com vocês. E em se tratando de uma convicção própria, não baseada em qualquer estudo ou pesquisa científica, não deve ser considerado nada além do que é, uma opinião. Eu sou leitora à mais de uma década, e blogueira a pelo menos seis anos, e nesse meio tempo aprendi muita coisa. Gosto de acreditar que amadureci minha forma de ver o mundo, mas mesmo assim, sei que ainda estou longe de saber tudo que preciso. Minha busca constante pelo crescimento, tem deixado meus olhos abertos e talvez me feito mais tolerante e menos impulsiva. Não sou exemplo de nada e nem quero, mas tenho um ponto de vista bem definido e não vejo porque não dividi-lo. Dito isto, vamos ao que interessa!

19 de julho de 2019

[Resenha] Mortina - Barbara Cantini

Olá amores!
Já faz um bom tempo que eu não leio uma HQ. Quem me conhece sabe que sou apaixonada por histórias em quadrinhos, e depois que me tornei mãe, tenho tentado dar mais atenção as tramas infantis, visto que assumi o papel de apresentar ao meu pequeno seus primeiros amores literários. E posso contar? Tem sido uma experiência maravilhosa. E foi em minha busca por algo que atendesse a esses pré-requisitos que conheci Mortina, de Barbara Cantini. Este é o primeiro livro de uma série que promete conquistar crianças e adultos. Eu posso garantir que já estou completamente encantada por essa garotinha zumbi, que usa e abusa da criatividade quando o assunto é alcançar seus objetivos. Um livro que pode facilmente ser lido em poucos minutos, mas que carrega uma mensagem atual que permanece por muito tempo, tal qual uma semente que após ser plantada germina e dá frutos.

Mortina (Ghoulia)
Coleção: Mortina #01
Autor (a): Barbara Cantini @BCantini
Publicação: Companhia das Letrinhas *Cortesia
ISBN: 9788574068442 | Skoob
Gênero: HQ
Ano: 2019
Páginas: 56
Minha avaliação: 4/5★
Amazon | Saraiva | Submarino
Mortina é uma menina diferente de todas as outras: ela é uma menina-zumbi. Passa os dias no Palacete Decrépito com sua tia Fafá Lecida e seu inseparável amigo, o galgo albino Tristão. O maior sonho de Mortina é ter amigos de sua idade para brincar, mas sua tia nunca deixa que ela saia de casa, porque tem medo da reação dos humanos ao conhecerem a pequena zumbi. Para sua alegria, um dia a oportunidade perfeita aparece: o Dia das Bruxas, quando todas as crianças saem às ruas com as fantasias mais horripilantes. Mortina nem vai precisar trocar de roupa para encarar a maior aventura de sua vida.
Conquistar novas amizades nem sempre é fácil, principalmente se você for uma criança zumbi ansiosa por se aproximar de crianças humanas. De forma leve e descontraída a autora nos apresenta um cenário comum em abordagens do gênero. Inclusive, a história de Mortina me lembrou um pouco a de Hotel Transilvânia, onde aqueles que são considerados "diferentes" vivem - literalmente a margem da sociedade - escondidos da humanidade por medo de serem rechaçados. Ver essa perspectiva pela óptica de uma garotinha, torna tudo mais comovente e reflexivo, isso porque no mundo real temos crianças não-zumbis enfrentando sérias dificuldades de adaptação, simplesmente por serem como são. Talvez não fosse intenção da autora, mas é impossível ler um enredo como este e não fazer essa analogia, principalmente quando você foi uma das crianças que sentiu isso na pele. Esta é uma história com sabor de infância que despertou em mim várias lembranças.

13 de julho de 2019

Plantão literário: Elenco da série "Bridgertons" tem seus primeiros nomes anunciados

Olá pessoal!
Desde que a adaptação da série Bridgertons foi anunciada, os fãs da obra estão em polvorosa. De lá pra cá algumas informações surgiram pelo caminho aumentando ainda mais a ansiedade pelo produto final. E graças a isso, já sabemos que a série está sendo produzida, por ninguém mais, ninguém menos que Shonda Rhimes - carinhosamente apelidada de Shondanás, entendedores entenderão -, que sua estréia está prevista para o próximo ano e que será disponibilizada no serviço de streaming Netflix. Além disso, recentemente foi divulgado que a consagrada atriz Julie Andrews dará voz a nossa querida Lady Whistledown. Todas essas informações, tem aquecido os corações apaixonados dos fãs da melhor família de todos os tempos - sou tiete, porque sim. Com base nisso, dizer que essa semana pegou fogo com as revelações dos nomes dos atores que irão compor parte do elenco, seria como chover no molhado, não é mesmo? Então se você passou os últimos dias em uma caverna, vem saber tudo o que rolou. Se você já sabe o que rolou e acompanhou todos os babados, vem me contar o que está achando de tudo isso.

Jonathan Bailey (Anthony Bridgerton), Luke Newton (Colin Bridgerton), Phoebe Dynevor (Daphne Bridgerton) e Claudia Jessie (Eloise Bridgerton)

Ruth Gemmell (Violet Bridgerton), Rége-Jean Page (Simon Basset), Nicola Coughlan (Penelope Featherington) e Golda Rosheuvel (Queen Charlotte)

9 de julho de 2019

[Resenha] A garota desaparecida - Lisa Gardner

Olá pessoas!
Em meu primeiro contato com a escrita da Lisa Gardner me deparei com uma história impressionante e tão dolorosa quanto comovente. A garota desaparecida, é o oitavo livro da série Detetive D. D. Warren, e como a maioria dos livros que compõem séries investigativas, pode ser lido de forma independente e fora da ordem de publicação, uma vez que cada título trás uma história única. Porém, contudo, todavia, levando-se em conta o fato de que a série possui uma protagonista principal, no caso D. D. Warren, é de se pensar que o ideal seria ler tudo certinho, e dessa forma acompanhar a trajetória da detetive de forma eficaz. Então, meus caros, fica ao critério de vocês. Pode ser lido fora de ordem? Claro que pode. Mas obviamente, vários detalhes da vida, tanto pessoal como profissional, da investigadora se perderão pelo caminho. Eu pessoalmente, senti curiosidade de conhecer melhor os caminhos que a trouxeram até aqui, e por isso até recomendaria que vocês fizessem a leitura como se deve, no entanto, quem não domina o inglês ficará de mãos atadas, uma vez que por aqui só foram lançados três títulos dessa coleção, e posso dizer? Completamente fora de ordem. Originalmente Detetive D. D. Warren, possui dez livros e dois contos publicados no exterior.

A garota desaparecida (Find Her)
Coleção: Detetive D.D. Warren #08
Autor (a): Lisa Gardner @LisaGardnerBks
Publicação: Gutenberg *Cortesia
ISBN: 9788582355756 | Skoob
Gênero: Suspense +18 
Ano: 2019
Páginas: 354
Minha avaliação: 4/5★
Amazon | Saraiva | Submarino
Sete anos atrás, a estudante Flora passou 472 dias vivendo um pesadelo. Após ter sido sequestrada durante as férias de primavera, ela descobriu até onde o ser humano é capaz de ir para sobreviver. Depois de resistir milagrosamente a tamanha tortura, viveu os últimos cinco anos tentando voltar a ter uma vida normal. O amor de sua mãe permanece o mesmo, mas outras coisas mudaram em sua rotina: seu irmão tem medo da pessoa que Flora se tornou, e no quarto dela há uma parede coberta com fotos de outras garotas que nunca voltaram para casa. Quando a detetive D. D. Warren é convocada para a cena de um crime, descobre que Flora está envolvida com outros três suspeitos desde seu retorno à sociedade. Mas a garota desaparece novamente, e D. D se dá conta de que um predador sinistro está a solta e, desta vez, determinado a fazer com que Flora Dane nunca mais escape.
Contém cenas de violência, abuso sexual e consumo de álcool e drogas.

Eu sou o tipo de leitora que aprecia histórias dinâmicas, cheias de acontecimentos e reviravoltas. Gosto de leituras frenéticas que me obrigam a prender o fôlego a cada virar de páginas, sendo assim, raramente sou fisgada pelo inverso disso. Então quando iniciei essa leitura e me deparei com uma narrativa linear com um ritmo meio morno, me preparei para uma experiência não tão boa. Mas Lisa Gardner teceu uma teia impecável, para qual eu fui atraída, e antes que pudesse me dar conta, estava completamente envolvida. Não me lembro de ter me sentido tocada ao ponto de querer chorar com nenhum outro livro do gênero, mas foi exatamente isso que aconteceu aqui. Tudo o que eu julgava meio chato e meio cansativo durante o enredo, construiu um caminho sólido até mim e trouxe veracidade ao drama de Flora, tornando sua jornada ainda mais comovente e admirável.

7 de julho de 2019

Irmandade da adaga negra: Ordem de leitura

Olá amorecos!
Tem alguém iniciando ou pensando em iniciar a série Irmandade da Adaga Negra? Se a resposta for positiva, chega mais pois este informativo foi feito especialmente pra você. Se a resposta for negativa, não tem o menor problema, se acomode e venha dar uma olhadinha nessa coleção impressionante que tem conquistado fãs no mundo inteiro. Irmandade da Adaga Negra, é uma série fantástica, sucesso de público a quase quinze anos. Escrita por  Jéssica Bird sob o pseudônimo J. R. Ward, IAN possui um universo próprio que foi meticulosamente construído. A trama principal gira em torno de seis vampiros, membros de uma irmandade que visa proteger sua raça em uma batalha que já dura a séculos contra seus inimigos os redutores.