22 de setembro de 2016

[Resenha] A garota do calendário, Abril - Audrey Carlan

Oieee!
Estava preparando uma outra resenha pra vocês, mas devido alguns imprevistos tive que adiá-la. Então vamos de garota do calendário? Já chegamos ao quarto volume (ainda faltam oito) e posso dizer que a cada livro gosto menos da protagonista (e da série). Mas Del porque você continua lendo essa série então? Vai saber né? No fundo nutro aquela esperança doentia de que algo de maravilhoso aconteça, além do mais os livros são extremamente curtos e consigo lê-los dentro de poucas horas. Sendo assim, sigo meu dilema de amor e ódio até quando não for mais possível. Sem mais delongas, confiram a resenha de A garota do calendário, abril.  

Título Original: Calendar Girl, April
Série: A garota do calendário #04
Autor (a): Audrey Carlan @AudreyCarlan
PublicaçãoVerus (Acervo pessoal)
ISBN: 9788576865193 | Skoob
Gênero: Erótico +18
Ano: 2016
Páginas: 160
Minha avaliação: 3/5★

Quando comecei a ler essa série a mais de um mês atrás, não imaginei que entraria no limbo em que estou atualmente. Sério gente, nunca quis tanto abandonar uma série como estou querendo abandonar essa, sabe a euforia inicial? Passou totalmente. Pra vocês terem uma ideia li esse livro assim que foi lançado, mas não tinha me animado a escrever a resenha até o momento, quanto aos demais livros comprei os e-books de maio e junho, mas não consigo me forçar a lê-los, nem sei se vou continuar comprando os físicos (talvez eu os compre apenas para não deixar a série incompleta na minha estante). O fato é que desenvolvi um antipatia quase que irreversível pela Mia e quase tudo que ela fala ou faz me irrita, então já adianto que essa é minha tentativa extrema de ser imparcial com essa história.

Mason é o primeiro cliente que não se mostrou um gentleman desde o primeiro instante. Acostumado a ter todas as mulheres que deseja aos seus pés, ele criou altas expectativas de que não seria diferente com sua acompanhante, e não seria, caso ele não houvesse ferido o orgulho da garota no primeiro instante. Afinal o jogador é lindo e claramente chamou a atenção de Mia, como já é de costume, ela se rendeu a beleza dele no primeiro instante e no segundo estava fantasiando com ele, mas Mason fala... E meu Deus, o egocentrismo dele chegou a me incomodar. Sabe aquele carinha gato (garota no caso dos rapazes) que você admira a distância, mas que quando você finalmente tem a oportunidade de se aproximar e conversar, te bombardeia com tanta bobagem que da vontade de arrancar a própria cabeça ou sair correndo? Pois bem, esse é o Mason a primeira vista.

16 de setembro de 2016

[Resenha] A garota perfeita - Mary Kubica

Oieee!
Preparado (a) para mais um triller psicológico? Então chega mais porque hoje é dia de A garota perfeita, uma leitura super comentada que adiei por tempo demais, mas como diz aquele ditado, "antes tarde do que nunca", não é mesmo? Um livro capaz de despertar no leitor não apenas os sentimentos contraditórios que os demais livros do gênero,mas que guarda em suas páginas algo mais. Quer ir além do que acreditamos ser certo ou errado? Ler através das pessoas e de suas ações? Descobrir o quão poderosas algumas motivações podem ser? E por fim, quer se envolver em uma trama que pode facilmente funcionar como um jogo de ilusão? Se a resposta para essas perguntas for sim, você está no lugar certo. Mas se por acaso respondeu não, para alguma ou todas elas, se aproxime e me deixe convencê-lo do contrário.

Título Original: The Good Girl
Autor (a): Mary Kubica @MaryKubica
Publicação: Planeta de livros Brasil (Cortesia)
ISBN: 9788542206814 | Skoob
Gênero: Suspense
Ano: 2016
Páginas: 336
Minha avaliação: 4/5★
Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida. Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso. Quando a encontra, porém, a professora está em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?
É muito difícil conseguir prever alguma coisa tendo como base apenas a sinopse de um thriller psicológico, se você tentar é quase certo que irá errar feio, eu pelo menos nunca acerto, sendo assim nem me esforcei muito para capturar algo que fizesse sentido nesse mini textinho. E agora que li o livro, posso afirmar que essa sinopse não descreve nem a pontinha do iceberg. Acredito que assim como aconteceu comigo, certos questionamentos estão rondando a sua cabeça, pra começo de conversa, o que levou Mia a inventar de passar a noite com um desconhecido? Levar mais um bolo do namorado apenas, não me pareceu uma justificativa plausível e pra você? Além disso, o que aconteceu durante o tal sequestro que deixou a garota em um estado de choque tão profundo a ponto de afetar sua memória? E qual foi o motivo do sequestro mesmo? Esses e inúmeros outros questionamentos são respondidos no decorrer da trama que leva o leitor para um lugar ermo no fundo de sua própria mente.

15 de setembro de 2016

[Resenha] A sua espera - Abbi Glines

Volteiiiii!
Quanta saudade eu senti de vocês... Ficar sem internet é péssimo, acho que bati o record de ligações para os responsáveis técnicos que estavam enrolando o concerto da minha rede, mas felizmente deu resultado positivo e cá estou eu para falar de mais um livro da série (infinita) Rosemary Beach. Dessa vez a experiência foi positiva, primeiro porque o Mase não é um completo troglodita, apesar de vez ou outra agir como tal e a Reese, gente, essa garota passou por um drama bem pesado que me comoveu bastante. Ficaram curiosos? Então pode sentar que lá vem mais uma resenha caliente.

Título Original: When I'm Gone
Série: Rosemary Beach #10
Autor (a): Abbi Glines @AbbiGlines
Publicação: Arqueiro (Acervo pessoal)
ISBN: 9788580416169 | Skoob
Gênero: Romance +18
Ano: 2016
Páginas: 240
Minha avaliação: 3/5★
Mase sempre preferiu a vida simples em seu rancho no Texas à agitação do mundo do pai em Rosemary Beach. Na verdade, ele quase nunca visita o famoso astro do rock e Nan, sua meia-irmã mimada e egoísta. Mas tudo muda quando conhece uma das empregadas da casa, uma garota linda que, sem saber da presença dele, o desperta com seu canto desafinado. Depois de anos sendo maltratada pela família e pelos colegas por causa de um distúrbio de aprendizagem, Reese conquistou sua liberdade e mora sozinha trabalhando como diarista para as famílias ricas da cidade. No entanto, seu sustento fica ameaçado quando ela causa um acidente na casa de Nan Dillon. Ao ser salva por Mase, um rapaz atencioso e com charme de caubói, Reese fica surpresa pelo gesto dele e, depois, apavorada quando ele demonstra interesse nela. Nunca na vida Reese conheceu um homem em quem pudesse confiar. Será que Mase pode ser diferente? Nessa ardente paixão que nasce entre a doce e batalhadora Reese e o centrado e sexy Mase, Abbi Glines mais uma vez mescla tristezas da vida real com amores de contos de fada e nos faz suspirar até a última página.
Sim meus caros, a Nan voltou! Na resenha passada cheguei até estranhar sua ausência, mas parece que falei cedo demais, e para completar o pacote ela está mais venenosa que nunca. Mas deixemos a serpente ruiva de lado e foquemos no que realmente interessa, Mase Maning (vulgo cowboy tudibaum). Desde a primeira vez que li algo sobre esse personagem (nos livros anteriores) soube que ele tinha muito, mas muito a oferecer, só não sabia o que a autora faria para levá-lo até Rosemary Beach, afinal o cowboy texano não combina muito com nosso paraíso praiano, não conseguia ver nada que pudesse atraí-lo para lá, isso porque não atentei para o quanto Mase é ligado a Harlow, claro que em algum momento ele iria visitar a irmã caçula que ele tanto ama, né? Pois então, e não precisou muito para que ele se visse preso a Rosemary. Conhecer Reese foi inesperado, porém bem vindo. Não é segredo para os que acompanham a série que o filho de Kiro possui um coração gigantesco, sendo assim não foi surpresa alguma perceber o quanto ele se empenhou para ajudar Reese, uma jovem desamparada pela vida. Mas óbvio que essa não foi a única razão.

5 de setembro de 2016

[Resenha] A transformação de Raven - Sylvain Reynard

Oieee! Essa foi uma resenha extremamente difícil de se escrever. Primeiro não sabia por onde começar e quando finalmente o fiz, não conseguia controlar minha euforia em estar falando de uma leitura que gostei tanto e sempre acabava revelando demais, o que me levou a digitar e apagar esse post incontáveis vezes, nada parecia bom o suficiente e quando começava a ficar legal percebia que havia liberado spoilers importantes, então depois de horas tentando fazer uma resenha limpa e coerente, mas que transmitisse todo meu amor e admiração, cheguei a um resultado aceitável, mas bem pouco satisfatório (pelo menos pra mim), então desde já peço desculpas caso tenha deixado a desejar. 


Confesso que já havia me esquecido como é boa a sensação de se jogar em uma história do Sylvain, recentemente li o conto O príncipe das sombras que funciona como uma obra introdutória para essa nova série, mas que não foi capaz de me preparar para o que estava por vir. Quem leu minha resenha do livro anterior sabe bem o quanto fiquei frustrada com esse universo sobrenatural que baseia a série, e mesmo agora não posso dizer que houve alguma evolução nesse sentido. Mas em contrapartida comecei a enxergar o príncipe de Florença com outros olhos, o ser sombrio que exala ódio e poder, também possui outras faces que começam a se revelar.

Mas antes vamos falar da Raven. Não existe outra palavra para descrever a Raven que não seja “surpresa”, me surpreendi imensamente com essa personagem. Primeiro, com sua aparência física, que vai contra todos os padrões exaustivos que estamos acostumados a ler e segundo por sua bondade e anseio por proteger os outros, mesmo que ela mal consiga garantir sua própria proteção. Raven possui uma deficiência bem perceptível em sua perna direita, além de estar acima do peso. Devido sua condição física Raven está acostumada a mal ser notada pelo sexo masculino e quando isso ocorre ela se vê relegada a friendzone. Mas ela não é o tipo de mulher que se lamenta e chora pelos cantos pelas intempéries da vida, muito pelo contrário, ela está ciente da sua condição e a aceita com resignação, mesmo que no fundo sinta uma certa melancolia e solidão.

Após sofrer um ataque covarde que a deixou a beira da morte e acordar quase uma semana depois completamente transformada e sem se lembrar do que aconteceu nesse tempo, Raven se vê perseguida por criaturas sombrias e encurralada pela polícia que desconfia de que ela esteja envolvida no roubo da galeria onde trabalha, não demora muito para que ela perceba que se tornar uma mulher deslumbrante de uma hora para outra é o menor de seus problemas. Raven então, não encontra outra opção senão aceitar a ajuda e a proteção do estranho que invadiu sua vida.  E é a partir dai que tudo começa a ganhar forma. Somos apresentados a personalidade forte e presenteados com um Willian (príncipe de Florença) se debatendo em um conflito deveras perigoso para o seu principado. Ao decidir salvar a jovem restauradora, ao invés de deixá-la morrer ele pôs em risco sua imagem imponente de ser sombrio desprovido de sentimentos. Enquanto tenta manter Raven afastada do submundo florentino, Willian inconscientemente a deixa entrar em sua vida. Aos poucos a teimosia de Raven vai vencendo a escuridão que domina os dias do príncipe, tal aproximação deixa ambos vulneráveis aos mais diversos riscos.

Dois seres completamente diferentes em todos os sentidos possíveis, que encontram um no outro, a possibilidade de viver um amor épico. Gente, vocês não tem noção do quanto a mensagem passada por esse livro é intensa. Raven está acostumada com suas imperfeições e aos olhares de pena e repúdio que todos ao seu redor lhe dirigem, mas como lidar com William, um ser sobrenatural aparentemente perfeito (lindo de morrer), além de extremamente poderoso, olhando em sua direção? Ou melhor, como lidar com alguém assim, lhe respeitando, elogiando e admirando? Pode parecer algo simples, afinal, todos merecem ser amados e respeitados pelo que são, mas sejamos realistas, no mundo em que vivemos isso está ficando a cada dia mais difícil, não sou hipócrita e por isso admito que sim, é bem mais fácil desenvolver empatia quando o indivíduo trata-se de um semelhante e é claro que a cada dia que passa os padrões de beleza vem se afunilando e quem não se encaixa, acaba sendo discriminado e muitas vezes isolado do meio social, muitas vezes não de forma direta, mas quase sempre o preconceito está lá, os olhares condescendentes, as críticas não verbalizadas... Enfim, esse negócio de "ser diferente é normal", não funciona muito bem na prática. No mundo real, ser diferente, é estranho e quase sempre inaceitável.

Por isso, não consegui evitar o estado de encantamento que me dominou quando eu finalmente enxerguei a Raven através dos olhos de Willian, ele que vive a séculos, tem preservados em si os costumes do século XIII, quando ainda era humano. Um apreciador das artes renascentistas que despreza futilidades, e preza a bondade e a benevolência. E assim como Raven valoriza a atenção de alguém tão "perfeito" como Willian, ele reverencia a atenção de alguém tão puro e bondoso como Raven. Ele não se importa com o fato dela ser deficiente, não tem pena de sua condição, muito pelo contrário, ele a respeita e a admira, por ser quem ela é, por sua dedicação e cuidado com o próximo, por sua inteligência e sagacidade. Ele não a vê como alguém fora dos padrões, mas sim, como uma mulher linda e completa, que com sua força de espírito é capaz de se sacrificar em prol daqueles que ama. E através dessa perspectiva além de ver Raven além da fachada, eu pude enxergar o William por trás do príncipe das sombras, o homem escondido atrás do monstro.

Mais uma vez eu me vi arrebatada pela escrita do Sylvain, que além de direcionar minha atenção para a era renascentista, me fez questionar meus princípios sociais. Em Inferno de Gabriel, o autor nos instiga a querer saber mais sobre a divina comédia e em Noites em Florença somos direcionados para a Primavera de Boticelli, que passei a admirar imensamente. Sério pessoal, sempre fui uma completa ignorante quando o assunto é arte renascentista (ou qualquer outro tipo de arte), isso é vergonhoso, eu sei. Mas felizmente, o autor conseguiu me contagiar com sua paixão e hoje consigo ver tais obras com um olhar mais brando e interessado. E só por isso, já amo loucamente esse homem e suas obras. Apesar disso, compreendo que em sua grande maioria as teorias e explicações são ficcionais, mas o que importa mesmo é que o desejo de estudar a respeito está crescendo dentro de mim.

A transformação de Raven, nos apresenta uma trama extremamente atraente, recheada de suspense, ação e muito, mas muito romance. Possui um teor sobrenatural que apesar de bem demarcado, é facilmente ofuscado pelos dilemas dos protagonistas, sejam eles amorosos ou de personalidade. Considero esse um fato positivo, já que não me identifiquei muito com o lado sangrento da história. Além disso, temos um vislumbre (embora breve), da atual situação do casal Emerson, que apesar de abalados com o roubo das ilustrações, vão muito bem. O desfecho ocorreu de forma lacradora, já imaginava que algo do tipo iria ocorrer e já faço uma leve ideia do que está por vir no próximo volume que aparentemente será lançado aqui no Brasil mês que vem (oremos), apesar das minhas desconfianças, mal consigo controlar a ansiedade e não vejo a hora de poder ler a sequência dessa história apaixonante que já me ganhou por completo.

Noites em Florença #01
Publicação: Arqueiro
ISBN: 9788580413861 | Skoob
Gênero: Ficção
Ano: 2015
Páginas: 448
Minha avaliação: ★★★★★

4 de setembro de 2016

[Fora dos Livros] Orgulho e preconceito

Oieee!
Sempre quis assistir a esse filme, me lembro vagamente de ter começado a fazê-lo, quando era mais nova e ainda não sabia absolutamente nada seu respeito, naquela época não cheguei a prestar muita atenção na trama e nem terminei de assistir. No entanto, com o passar do tempo, conforme ia tomando conhecimento da importância atribuída a essa obra em específico, da autora Jane Austen acabei ficando curiosa e desejosa de saber mais a respeito, então o que eu fiz? Corri para a livraria e comprei o livro, mas eu o li? Não, não li. Em parte por falta de vergonha na cara, admito. Mas o medo de me decepcionar, sempre foi o real motivo para uma procrastinação tão longa (mais de cinco anos). Depois de milhares de elogios a esse livro/filme e ao Sr. Darcy interpretado pelo gatíssimo Matthew Macfadyen, minhas expectativas foram infladas ao máximo, e eu definitivamente não estava preparada para lidar com um filme menos que ótimo. Por essas e por outras adiei o inevitável momento, que finalmente chegou. E já quero adiantar que como o título da postagem deixa claro eu me rendi a essa trama singela e apaixonante.

PRIDE AND PREJUDICE
Lançado: 10 de fevereiro de 2006
Duração: 2h 07 min
Elenco: Keira Knightley, Matthew MacFadyen, Talulah Riley
Gênero: Romance
Avaliação: 4/5 🎬

Inglaterra, 1797. As cinco irmãs Bennet: Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty, foram criadas por uma mãe que tinha fixação em lhes encontrar maridos que garantissem seu futuro. Porém Elizabeth deseja ter uma vida mais ampla do que apenas se dedicar ao marido, sendo apoiada pelo pai. Quando o sr. Bingley, um solteiro rico, passa a morar em uma mansão vizinha, as irmãs logo ficam agitadas. Jane logo parece que conquistará o coração do novo vizinho, enquanto que Elizabeth conhece o bonito e esnobe sr. Darcy. Os encontros entre Elizabeth e Darcy passam a ser cada vez mais constantes, apesar deles sempre discutirem.

Vamos a um breve adendo antes de começarmos a falar sobra essa obra incrível. Eu quero sempre que possível trazer as playlist dos filmes para vocês, mas nem sempre conseguirei trazer a versão original porque provavelmente ou ela não existe ou não está disponível no Spotify que é o meio que utilizarei aqui. Então esta aqui não é a trilha oficial do filme, a playlist não foi criada pela produtora, mas sim por um por um provável fã, composta basicamente por música instrumental é de uma delicadeza sem par e eu recomendo para quem curte música do tipo.

2 de setembro de 2016

[Resenha] Jogos Macabros - R. L. Stine

Oiee!
Esse é o livro que marca o retorno de Stine a Rua do medo, o “Stephen King da literatura juvenil”, ficou famoso na década de 1990 com a aplaudida coleção Rua do Medo e quase duas décadas depois do último volume, Stine atende aos pedidos dos leitores e lança o livro inédito Jogos macabros, publicado no Brasil pela Globo Alt. Querem saber do que se trata? Então chega mais!

Título Original: Party games
Série: Rua do medo #52
Autor (a): R. L. Stine @RL_Stine
Publicação: Globo Alt (Cortesia)
ISBN: 9788525060402 | Skoob
Gênero: Terror
Ano: 2016
Páginas: 280
Avaliação: 5/5★

As inúmeras histórias assustadoras que rodam a família de Brendan não foram capazes de diminuir o interesse crescente que Rachel nutri pelo rapaz, muito pelo contrário, a paixonite platônica ganha força quando Brendan convida Rachel para seu aniversário de dezoito anos. Ignorando os conselhos da melhor amiga e do ex-namorado, Rachel embarca rumo a ilha do medo (nome bem sugestivo, né?), onde a família do rapaz possui um casarão (bem sinistro por sinal). Mas não demora muito para que o grupo de amigos se depare com acontecimentos assustadores, que fazem referência a jogos comuns, mas que nesse atual contexto, põem em risco a vida de todos. A partir daí começa uma corrida desesperada pela sobrevivência. Assolados por um medo desesperador e pela incerteza da sobrevivência Rachel e seus amigos irão vivenciar uma noite de aterrorizantes pesadelos.

Antes de tudo quero deixar registrado que Stine já entrou para minha lista de escritores favoritos, gente a escrita desse homem é magnífica, a leitura flui com uma facilidade impressionante, tanto que li o livro em apenas uma tarde. Além disso, a sintonia entre terror e suspense ocorre de forma tão natural que torna-se impossível não ficar preso a essa história. O livro é dividido em quatro partes e cada uma dessas partes trás seus próprios mistérios e reviravoltas arrepiantes.